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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Poluição atmosférica está a aumentar força dos ciclones

Mäyjo, 06.12.14

Poluição atmosférica está a aumentar força dos ciclones

Um novo estudo, publicado no Nature Communications, indica que o aumento da poluição atmosférica, potenciada pela China e outras potências industriais, está a aumentar a força dos ciclones de inverno no noroeste do Pacífico.

O estudo indica que os níveis de poluição, que estão a aumentar, causados pela China, Coreia do Sul e Japão produzem ventos mais fortes e uma maior quantidade de precipitação, o que dá origem a ciclones mais devastadores com maior frequência durante os meses de inverno.

“A precipitação com partículas poluentes afecta a forma como a humidade se forma nas nuvens e como o calor é distribuído nos sistemas de tempestade”, indica Yuan Wang, do Jet Propulsion Laboratory do Instituto de Tecnologia da Califórnia, cita o Inhabitat. “Estima-se que a mudança significativa da intensidade das tempestades no Pacífico tenha começado em meados da década de 1990. Isto foi quando a indústria metalúrgica, energética e automóvel começaram a produzir grandes quantidades de poluentes, paralelamente com o crescimento exponencial das economias em muitos países asiáticos, como a China”, explica.

A investigação é a evidência mais recente de que as partículas emitidas pela queima de combustíveis fósseis intensificam as alterações climáticas. No caso dos ciclones asiáticos, as nuvens (influenciadas pelos poluentes) podem acumular quatro vezes mais gotículas, o que leva a um aumento de cerca de 7% da precipitação.

Outro efeito colateral é a criação de cirrus – um tipo de nuvem – mais brilhantes a grandes altitudes ou de cumulonimbus – um tipo de nuvem de desenvolvimento vertical – que podem aquecer a superfície do mar, fornecendo calor para alimentar os ciclones.

Foto: o devastador ciclone Nargis, em Myanmar. DFAT photo library / Creative Commons

Diferença entre furacão, tornado e ciclone

Mäyjo, 25.09.14

 

As diferenças entre furacão, tornado e ciclone estão nas suas caraterísticas e nas suas definições.

 

 

Na natureza existem diferentes fenómenos resultantes da ação do vento, das variações da temperatura, da humidade, do clima e muitos outros fatores. Alguns desses fenómenos são muito temidos pela sua agressividade e pelos impactos que têm.

Os principais são os furacões, os tornados e os ciclones. Mas sabe qual é a diferença entre eles?

Em primeiro lugar, é preciso lembrar que o Furacão e o Tufão são o mesmo fenómeno, porém em localizações distintas. Quando ocorrem na parte leste do Oceano Pacífico ou no Oceano Atlântico, é chama-se Furacão; quando ocorre na parte oeste do Pacífico, é chamado de Tufão. Eles caracterizam-se por serem ventos muito fortes, com velocidades que podem ultrapassar 120 km/h, com um diâmetro que pode variar entre 200 km e 400 km.

 


Imagem de satélite de um grande furacão

 

Por outro lado, os tornados são mais intensos e destrutivos que os furacões, porém apresentam tamanho e duração menores. O seu diâmetro não ultrapassa 2 km e a sua duração é, em média, de 15 minutos, enquanto os furacões podem durar vários dias. Apesar disso, as velocidades dos tornados são bem maiores, podendo ultrapassar 500 km/h, o que aumenta o seu poder de destruição. Os tornados só podem ser considerados como tal se tocarem o solo, caso contrário, são chamados apenas de “funis”.

 


Exemplo de um Tornado

 

Os tornados e furacões costumam ser distinguidos da seguinte forma: um tornado pode ser percebido inteiramente a olho nu, enquanto os furacões são grandes demais para isso. Além do mais, o primeiro forma-se geralmente em terra e o segundo, nos oceanos. Quando os tornados se formam na água, eles passam a ser chamados de tromba d’água.

Por fim, é importante lembrar que tornados, furacões e tufões são apenas alguns dos tipos de ciclones. Na verdade, essas denominações são subtipos dos ciclones tropicais, isto é, aqueles ciclones que ocorrem abaixo do Trópico de Câncer e acima do Trópico de Capricórnio, existindo também os ciclones extratropicais.

 

(Fonte: Rodolfo Alves Pena)